PRAZO DE CARÊNCIAS PARA A COBERTURA DE URGÊNCIAS

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QUAL O PRAZO DE CARÊNCIAS PARA A COBERTURA DE URGÊNCIAS

Acidentes pessoais e complicações no processo de gestação, a cobertura começa 24 horas da data do contrato para os planos pessoa fisica

Quais são as regras para a obrigatoriedade de cobertura nos casos de urgência ou de emergência?

Para os planos novos (contratados a partir de janeiro/1999), após as 24 horas da assinatura, é obrigatória a cobertura dos procedimentos de urgência e de emergência, de acordo com as limitações e segmentações do plano.

Se o plano for apenas ambulatorial, o atendimento fica limitado às primeiras 12 horas. Ultrapassado esse período e caso haja necessidade de internação, a cobertura cessa e as despesas passam a correr por conta do paciente.

Nos planos da segmentação hospitalar, após 24 horas de sua contratação, a operadora de planos de saúde deve garantir a cobertura aos atendimentos de urgência e emergência. Porém, em situações de emergência, o atendimento durante os períodos de carência pode ser limitado às primeiras 12 horas. É uma decisão do plano de saúde estender ou não este prazo. Já o atendimento de urgência decorrente de acidente pessoal deve ser garantido, sem restrições, após 24 horas da vigência do contrato.

No plano Referência, após 24 horas da vigência do contrato, os atendimentos de urgência e emergência são ilimitados.

Resumindo: Em situações de urgência e emergência deve-se observar, também, o tipo de plano contratado (se ambulatorial, hospitalar ou referência), a situação do plano (se em carência ou com carência cumprida) e o tipo de atendimento (se proveniente de acidente pessoal ou não). Essas variantes estão classificadas no quadro abaixo:

• Ambulatorial independente da situação independente do tipo | limitada a 12h

• Hospitalar em carência situação que não seja acidente pessoal | limitada a 12h

• Hospitalar em carência acidente pessoal | ilimitada

• Hospitalar carência cumprida independente do tipo | ilimitada

• Referência independente da situação Independente do tipo | ilimitada

Atenção: Ultrapassado este prazo de 12 horas, ou quando verificada a necessidade de internação, cessa a responsabilidade financeira da operadora. Porém, cabe a esta arcar e responsabilizar-se pela remoção do paciente para uma unidade de atendimento do SUS onde haja a continuidade do atendimento.

A responsabilidade da operadora sobre o paciente só termina, quando efetuado o registro dele na unidade de destino.

Se o paciente ou seus responsáveis optarem e autorizarem a continuidade do atendimento em unidade que não seja do SUS, a operadora estará desobrigada da responsabilidade médica e financeira da remoção. Se não houver remoção devido ao risco de morte, o beneficiário e o hospital devem negociar a responsabilidade financeira da continuidade da assistência, ficando a operadora desobrigada desse dever.

Para os planos antigos (contratados antes de janeiro/1999), vale o que está em contrato.

fonte: ans.gov.br

Guia da ANS com dicas importantes na hora em que for escolher seu plano de saúde

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GUIA ANS COM ORIENTAÇÕES DE COMPRA

Como posso saber quais são as coberturas do meu plano de saúde?

• Se seu plano for “novo”, ou seja, contratado a partir de 01/01/1999 (vigência da lei nº 9.656/98), a cobertura será a estabelecida pela ans na lista da cobertura mínima obrigatória pelos planos de saúde, chamada rol de procedimentos e eventos em saúde. A operadora pode oferecer outros procedimentos não listados no rol.

Se meu plano cobrir somente acomodação em enfermaria e não houver leito disponível no momento da internação, preciso pagar quarto particular?

• Não. Nesse caso, o acesso será garantido em uma acomodação de nível superior, sem custo adicional. Esta regra se aplica aos estabelecimentos próprios ou credenciados pelo plano.

Meu médico só tem disponibilidade para consulta daqui a um mês. A empresa que me vendeu o plano será penalizada por isso?

• Depende. Mas é preciso ficar claro que a operadora é obrigada a disponibilizar um profissional (laboratório/hospital), e não o profissional de sua escolha. Portanto, se o profissional de saúde ou estabelecimento (clínica/laboratório/ hospital) escolhido por você não puder atendê-lo dentro do prazo estipulado pela ans, e for seu desejo ser atendido somente por este profissional ou estabelecimento de saúde, você deve aguardar a disponibilidade dele. Caso você abra mão de ser atendido no prestador de saúde de sua escolha, a operadora deverá indicar outro profissional ou estabelecimento de saúde para realizar o atendimento dentro do prazo estipulado pela ans.

Existe algum limite para o número de consultas ou exames que podem ser feitos?

• Não pode haver limitação de cobertura para consultas médicas e fisioterápicas, exames e número de dias em internações, mesmo em leitos de alta tecnologia (uti/cti). As exceções são somente para sessões de psicoterapia, terapia ocupacional, consultas com nutricionistas e fonoaudiólogos, que podem ser limitadas ao mínimo estabelecido pela ans.

São limitadas as quantidades de dias para internações hospitalares e em uti?

• Não. A lei nº 9.656/98 garante aos beneficiários de planos de saúde, com planos contratados a partir de 01/01/1999, a internação sem limite de prazo. Cabe ao seu médico determinar o tempo necessário de internação.

Se eu passar por uma cirurgia, terei que pagar o anestesista e o instrumentador / auxiliar? O plano de saúde deve me reembolsar todo o valor investido?

• A cobrança pelos serviços de anestesia somente é possível nos planos de livre escolha dos prestadores de serviços médicos. Ou seja, empresas sem rede assistencial própria ou contratada. Nestes casos, o beneficiário deverá ser reembolsado pelas despesas na cirurgia, inclusive com os procedimentos de anestesia, nas condições contratadas. Já os planos com rede própria ou contratada, as operadoras devem oferecer serviços de anestesia por meio dos hospitais, próprios ou contratados, ou mesmo de anestesistas credenciados, por ser de cobertura obrigatória. Neste caso, ficam responsáveis pelo pagamento do procedimento diretamente aos prestadores. Não garantir essa cobertura pode configurar infração passível de penalidade.

Meu plano de saúde é obrigado a cobrir todos os atendimentos de que eu precisar?

• Não. O plano só é obrigado a oferecer o que estiver no contrato, de acordo com a segmentação (plano referência, ambulatorial, hospitalar, obstetrícia, odontológica e suas combinações) e a cobertura para os procedimentos previstos na lista da cobertura mínima obrigatória pelos planos de saúde estipulada pela ans. Esta lista é o rol de procedimentos e eventos em saúde, e pode ser acessada em www.ans.gov.br. Se o seu

• Contrato tiver cláusula de cobertura para algum procedimento que não esteja nessa lista, o plano é obrigado a cobri-lo também.

Contratei um plano de saúde, mas quando preciso, só há vaga em médicos e laboratórios muito distantes da minha casa. Isso é permitido?

• O plano de saúde deve garantir as coberturas de assistência à saúde considerando o(s) município(s) e o(s) estado(s) contratado(s). A rede assistencial (hospitais, clínicas, profissionais médicos e laboratórios) de cada plano de saúde é monitorada pela ans. Se as coberturas não estão sendo garantidas nos locais contratados, isso deve ser comunicado à Ans.

Posso incluir meu filho recém-nascido no meu plano de saúde?

• Se você possui um plano hospitalar com obstetrícia, é assegurada a inscrição do recém-nascido, filho natural ou adotivo, isento dos períodos de carência, desde que a inscrição seja feita no prazo máximo de 30 dias do nascimento ou da adoção. Se o plano não possuir cobertura obstétrica, o seu filho também poderá ser inscrito como dependente, mas precisará cumprir carências até poder ser atendido pelo plano. Para ter este direito assegurado é preciso que um dos responsáveis legais tenha cumprido a carência máxima permitida de 180 dias.

Quando você já tem problemas de saúde ao contratar o plano

• Doenças ou lesões preexistentes são as doenças ou lesões de que você saiba ser portador no momento da contratação do plano de saúde. Se você possuía uma doença ou lesão que já existia antes da contratação, porém não tinha conhecimento, ela não poderá ser considerada como doença ou lesão preexistente (dlp).

Posso ser impedido de contratar um plano de saúde em razão de ser portador de alguma doença ou lesão?

• Não. A lei n.º 9.656/98 garante a todos o direito de contratar um plano de saúde. Nos casos dos portadores de doença ou lesão preexistente, poderá haver restrição ao uso do plano durante 24 meses, porém, somente para procedimentos de alta complexidade, eventos cirúrgicos e leitos de alta tecnologia – uti, cti e similares – relacionados à doença declarada.

Em que momento devo avisar sobre alguma doença ou lesão pre-existente de que eu tenha conhecimento?

• No momento da contratação do seu plano, ao preencher a declaração de saúde. Não aceite que ninguém, inclusive o vendedor ou corretor, preencha a sua declaração de saúde com informações que não estejam de acordo com o seu verdadeiro estado de saúde.

E o que é a declaração de saúde?

• É um questionário que você deverá preencher no ato da contratação do plano. Nele você informa as doenças ou lesões de que saiba ser portador (dlp) no momento da contratação do plano de saúde.se você toma medicamentos regularmente, consulta médicos devido a um problema de saúde cujo diagnóstico conheça, se fez qualquer exame que tenha identificado alguma doença ou lesão, esteve internado ou foi submetido a alguma cirurgia, deve declarar.

O que faço se eu tiver dúvidas no preenchimento da declaração de saúde?

• Você poderá ser orientado, sem custos, por um médico indicado pela operadora do plano de saúde, ou poderá escolher um profissional não credenciado. Se o médico não for credenciado, você deverá arcar com os custos desta orientação.

O que acontece se eu omitir alguma doença ou lesão preexistente na declaração de saúde?

• Caso você deixe de informar que é portador de alguma doença ou lesão preexistente (dlp), da qual você sabia ser portador no momento em que contratou o plano de saúde, isso pode ser considerado fraude e levar à suspensão ou à rescisão de seu contrato, após o julgamento administrativo pela ans.

Existe outra maneira de contratar o plano sem cobertura parcial temporária caso o consumidor possua alguma doença ou lesão preexistente da qual ele saiba ser portador?

• Sim, a empresa que vende o plano de saúde pode sugerir um agravo na mensalidade, como opção à cobertura parcial temporária. Agravo significa um acréscimo temporário no valor da mensalidade, oferecido ao consumidor que declare

• Ser portador de doenças ou lesões preexistentes para que ele tenha direito integral à cobertura, mesmo para os atendimentos motivados por essas doenças ou lesões que ele declarou no momento da contratação do plano.

Meu filho nasceu com uma doença. Ele terá que cumprir cobertura parcial temporária ou pagar agravo?

• Se o plano do pai ou da mãe for hospitalar com obstetrícia, o recém-nascido poderá ser inscrito como dependente até o 30º dia do nascimento sem a necessidade de cumprir períodos de carência, cobertura parcial temporária ou pagar agravo. Se este for inscrito dentro dos 30 dias mas, se o titular (pai ou mãe) ainda estava em período de carência, este filho aproveitará as carências já cumpridas pelo titular (máximo de 180 dias).independentemente de inscrição no plano, o recém-nascido tem assistência por 30 dias dentro da cobertura de um dos representantes legais, se já foi cumprida a

• Carência para internação no plano hospitalar com obstetrícia. Também não poderá haver alegação de doença ou lesão preexistente – o que inclui não exigir o preenchimento de declaração de saúde do recém nascido.

Meu plano é coletivo. Nesse caso, também preciso cumprir o período de cobertura parcial temporária (cpt)?

• Nem sempre. Nos contratos coletivos empresariais com 30 ou mais participantes não poderá haver agravo ou cobertura parcial temporária.

Atendimento de urgência e emergência

• Sao situações de urgência são casos resultantes de acidentes pessoais ou de complicações durante a gravidez e que necessitam de atenção imediata. O parto prematuro é considerado uma urgência. Já situações de emergência são aquelas que implicam risco imediato de morte ou de lesões irreparáveis.

Após contratar um plano de saúde, quando posso ter cobertura para urgência / emergência?

• A partir de 24 horas da vigência de seu contrato. De qualquer forma, devem ser observadas as regras de cobertura para cada tipo de plano:

Como será o atendimento de urgência/emergência se meu plano for hospitalar?

• As possibilidades são: urgência por acidente pessoal: atendimento integral;urgência por outras causas com carência para internação cumprida: atendimento integral; urgência por outras causas, com carência para internação não cumprida: limitado às primeiras 12 horas; emergência com carência para internação já cumprida: atendimento integral; e, emergência com carência para internação não cumprida: atendimento limitado às primeiras 12 horas.

E no plano hospitalar com obstetrícia?

• Urgência por acidente pessoal e emergência seguem as mesmas regras do plano hospitalar sem obstetrícia. Porém, em caso de urgência por complicações na gravidez com carência para internação (180 dias) não cumprida, o atendimento é limitado às primeiras 12 horas.

Como é o atendimento de urgência/emergência no plano apenas ambulatorial?

• O atendimento é limitado às primeiras 12 horas e em unidade de pronto-atendimento. Se forem necessários procedimentos que exijam internação hospitalar e no mesmo local, esses atendimentos não estarão cobertos pelo plano de saúde. Caso isso aconteça, se você não puder arcar com os custos da internação no local credenciado onde foi iniciado o atendimento, caberá à operadora de planos de saúde fazer o seu transporte para um hospital público que disponha dos recursos necessários à continuidade do tratamento. Nessa situação, se você ou seu responsável legal optarem por internação em um hospital privado, a operadora de planos de saúde não será responsável pelo transporte e você deverá arcar com essa despesa.

No caso de atendimento limitado à 12 horas, se eu não puder ser levado para o sus por haver algum risco, o que acontece?

• Se o médico assistente determinar, por escrito, a impossibilidade de transferência por questões clínicas, você, ou seus familiares, poderão negociar com o hospital os custos para continuar o atendimento no mesmo estabelecimento.

• Nesse caso, a operadora de planos de saúde estará desobrigada de qualquer responsabilidade, após as 12 horas de atendimento inicial.

E se eu puder ser transferido, mas preferir ir para outro hospital que não seja do sus?

• Você ou algum responsável deverá assinar um termo de responsabilidade para que o atendimento continue em uma unidade que não seja do sus. Nesse caso a operadora de planos de saúde estará desobrigada da responsabilidade médica e das despesas com o transporte, após as 12 horas de atendimento inicial. Nos casos de doença ou lesão preexistentes (dlp), quando em cumprimento de cobertura parcial temporária (cpt) o

• Seu atendimento será limitado às primeiras 12 horas, seguindo as mesmas regras do plano ambulatorial.

Quando é garantido o reembolso de minhas despesas em caso de urgência/emergência?

• O reembolso será garantido quando não for possível a utilização da rede do plano de saúde, de acordo com as regras de seu contrato. O reembolso deve ser feito no prazo máximo de 30 dias após a entrega para a operadora da documentação adequada e o valor deverá ser, no mínimo, aquele que a operadora de planos de saúde pagaria à rede  credenciada, se ela tivesse sido utilizada por você.

Os atendimentos dos casos de urgência/emergência precisam de autorização prévia?

• Não. A operadora de planos de saúde não pode utilizar nenhum mecanismo que impeça ou dificulte o seu atendimento nessas situações.

Aumento de preços: reajuste de mensalidades

• Seu plano de saúde pode aumentar de preço em dois momentos:

• 1. Quando você completar uma idade que ultrapasse o limite da faixa etária na qual se encontrava antes, conhecido como “reajuste por mudança de faixa etária”; e,

• 2. Anualmente, na data de aniversário do contrato, conhecido como “reajuste anual de variação de custos”.

Sendo o meu plano coletivo – contratado por uma empresa, sindicato ou associação ao qual sou vinculado – quais são os tipos de reajuste?

• São também dois tipos: por mudança de faixa etária e por variação de custos (reajuste anual).

• O reajuste anual será aplicado conforme as normas contratuais livremente combinadas entre a operadora de planos de saúde e a pessoa jurídica contratante (empresa, sindicato ou associação) e deverá ser comunicado à ans em no máximo até 30 dias após o aumento do preço.

• Não é permitida a aplicação de reajustes diferenciados dentro de um mesmo contrato.

O que é reajuste por variação de custos (reajuste anual)?

• É o aumento da mensalidade em função da alteração nos custos causada, pelo aumento do preço utilização do serviços médicos e pelo uso de novas tecnologias.

Como acontece o reajuste por variação de custos se eu tiver contratado o plano antes de 01/01/1999 (antes da vigência da lei nº 9.656/98)?

• O reajuste por variação de custos deve obedecer ao previsto em seu contrato. Se não houver previsão de índice para o aumento ou se ele não estiver descrito de forma clara, esse reajuste deverá se limitar ao percentual máximo divulgado pela ans para o período. Excetuam-se a esta regra as operadoras que celebraram termos de

• Compromisso junto a ans e que, a cada ano, recebem autorizações para aplicação de reajuste em índice diferenciado, aprovado pela ans.

O que é reajuste por mudança de faixa etária?

• É o aumento de preço que ocorre quando você completa uma idade que ultrapassa o limite da faixa etária em que você se encontrava antes. O contrato do plano de saúde deverá prever um percentual de aumento para cada mudança de faixa etária. Esse raciocínio se baseia no fato de que em geral, por questões naturais, quanto mais avança a idade da pessoa, mais necessários se tornam os cuidados com a saúde e mais frequente é a utilização de serviços dessa natureza.

• Para esse tipo de aumento, as regras são as mesmas para planos coletivos ou individuais/familiares.

• A lei nº 9.656/1998 estabelece que as faixas a serem adotadas para o reajuste devem estar claramente dispostas nos contratos. A definição de quais seriam essas faixas variou ao longo do tempo, sendo que para planos  contratados entre 02/01/1999 e 31/12/2003 as faixas eram regidas pela resolução consu nº 06/1998 e a partir de 01/01/2004 até a presente data são regidas pela rn nº 63/2003.

Quais são as faixas etárias previstas na legislação?

• • Se seu plano foi contratado a partir de 01/01/04, são 10 faixas:

• 0 a 18 anos;

• 19 a 23 anos;

• 24 a 28 anos;

• 29 a 33 anos;

• 34 a 38 anos;

• 39 a 43 anos;

• 44 a 48 anos;

• 49 a 53 anos;

• 54 a 58 anos;

• E 59 anos ou mais.

Entenda melhor os termos mais usados quando o assunto é plano de saúde: abrangência geográfica

• Avalie bem se você precisa de um plano de saúde que atenda apenas em seu município ou se você precisa de atendimento em outros municípios, no seu estado, em outros estados, no brasil ou em âmbito internacional.

• A área geográfica onde você poderá ser atendido por seu plano deve estar expressa de forma clara no contrato do plano de saúde.

Diferença de preço entre faixas etárias

• Os preços dos planos de saúde são determinados em função dos custos e da frequência de utilização dos procedimentos médicos. Decorrente disso, os preços dos planos podem variar de acordo com as faixas etárias dos beneficiários.

• Por exemplo, o preço de um plano para um indivíduo de 20 anos tende a ser mais baixo do que o preço cobrado para alguém de 60 anos. Isso porque uma pessoa idosa, em geral, precisa de cuidados médicos com mais frequência.

• Para que as operadoras não inibam o acesso das pessoas mais idosas aos planos de saúde, a ans estabeleceu limitações com relação às variações entre as faixas etárias. Por exemplo, o preço da última faixa não pode ser mais de 6 vezes o valor estabelecido para a primeira faixa.

Pagamento das mensalidades

• Verifique a data de vencimento de sua mensalidade e evite pagar com atraso. Se os períodos de atraso no pagamento somados ao longo dos últimos 12 meses forem superiores a um total de 60 dias, corridos ou não, a empresa que vendeu o plano de saúde poderá rescindir o seu contrato, desde que você seja comunicado até o 50º dia de atraso do pagamento da mensalidade.

Co participação

• Nos planos em que há coparticipação, além da mensalidade, você arca com parte do valor de alguns procedimentos quando utilizá-los. Portanto, o valor a ser pago por você por cada procedimento deve ser menor que o pagamento integral do procedimento. Consulte seu contrato para saber quais procedimentos (consultas, exames etc.) Estão sujeitos à cobrança de coparticipação.

Prazos de carência

• Carência é o período em que você não tem direito a algumas coberturas. Os prazos máximos de carência são: 24 horas para urgências e emergências, 300 dias para parto a termo (em gestações com mais de 37 semanas) e até 180 dias para consultas, exames, internações e cirurgias.

Preços dos planos de saúde

• Os preços variam de acordo com a faixa etária, cobertura, rede credenciada, abrangência geográfica e percentual ou valor de fator moderador (coparticipação ou franquia).

Rede prestadora

• É o conjunto de profissionais e estabelecimentos de saúde (profissionais de saúde, clínicas, laboratórios e hospitais), próprios, credenciados ou referenciados pelos planos de saúde. Verifique se a rede credenciada oferecida atende às suas necessidades, identificando quais hospitais estarão à sua disposição bem como a localização de cada um.

• Esse texto foi retirado do guia pratico ans para compra de planos de saúde. Voce pode baixar esse guia na integra em http://www.ans.gov.br/images/stories/materiais_para_pesquisa/materiais_por_assunto

PLANOS DE SAÚDE E A DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA

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PLANOS DE SAÚDE E A DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA

As importâncias pagas a título de plano de saúde do titular e dos dependentes são dedutíveis da declaração.

O contribuinte deverá lançar o valor no código 26 da Relação de pagamentos e doações efetuados, indicando se os pagamentos referem-se ao titular ou aos dependentes, além de informar o nome e CPF da administradora do plano de saúde e o valor pago.

O lançamento da dedução quer dizer que o valor pago será deduzido dos rendimentos tributáveis na declaração, sendo que o imposto ao final é calculado sobre o rendimento líquido, e, no caso de despesas médicas ou com planos de saúde não há limite, ou seja, são dedutíveis a totalidade dos rendimentos.

Se a sua declaração tem sido processada regularmente, inclusive com a efetivação das restituições, significa dizer que não têm ocorrido pendências e que os valores estão corretos.

FONTE: receita federal

REAJUSTES DOS PLANOS DE SAÚDE PARA EMPRESAS

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COMO FUNCIONA OS REAJUSTES DOS PLANOS DE SAÚDE PARA EMPRESAS

Planos empresariais com menos de 30 pessoas tem reajuste regulamentado pela Ans

Segundo a resolução 309 da Ans, que define os reajustes dos contratos coletivos com menos de 30 beneficiários, define que o reajuste é único e que devem ser anuais aplicados a parti do mês de maio do próximo ano.

Os percentuais de reajuste devem ser divulgados em seus respectivos sites

Os planos coletivos com menos de 30 beneficiários representam 85% dos contratos de planos de saúde de todo o pais, segundo a Ans, com cerca de 2 milhões de usuários.

GLOSSÁRIO MÉDICO

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GLOSSÁRIO MÉDICO

Acupuntura

• Método de tratamento chamado complementar de acordo com a nova terminologia da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Alergia e Imunologia

• Doença alérgicas e do sistema imunitário.

Angiologia

• Doenças do aparelho circulatório.

Cardiologia

• Doenças relacionadas com o coração.

Clínica Médica

• Tratamento de doenças em geral, encaminhamento a especialistas quando necessário.

Coloproctologia

• Problemas no intestino grosso (cólon), doenças do reto e ânus.

Dermatologia

• Pele e suas doenças.

Endocrinologia e Metabologia

• Tratamento de glândulas.

Endoscopia

• Estudo dos mecanismo fisiopatológicos, diagnóstico e tratamento de enfermidades passíveis de abordagem por procedimentos cirúrgicos.

Gastroenterologia

• Tratamento do aparelho digestivo.

Geriatria

• Estudo das doenças do idoso.

Ginecologia e Obstetrícia

• Sistema reprodutor feminino.

Hematologia e Hemoterapia

• Estudos dos elementos figurados do sangue ( hemácias, leucócitos, plaquetas) e produção desses elementos nos órgãos hematopoiéticos (medula óssea, baço, linfonodos)

Homeopatia

• Prática médica baseada na Lei dos Semelhantes.

Infectologia

• Estudo das causas e tratamentos de infecções (causadas por vírus, bactérias e fungos)

Mastologia

• Doença da mama.

Medicina Preventiva e Social

• Atua na prevenção de doenças.

Nefrologia

• Doenças do rim, como insuficiência renal.

Neonatologia

• Ramos da Pediatria que estuda e cuida dos recémnascidos, do nascimento até os 28 dais de idade.

Neurocirurgia

• Tratamento de doenças cerebrais.

Neurocirurgia

• Atua no tratamento de doenças do sistema nervoso central e periférico passíveis de abordagem cirúrgica.

Neurologia

• Tratamento ambulatorial de doenças do cérebro.

Nutrologia

• Distúrbios e doenças do comportamento alimentar.

Oftalmologia

• Estuda e trata os distúrbios dos olhos.

Oncologia

• Tratamento de doenças tumorais ex. câncer.

Ortopedia

• Tratamento de doenças dos ossos.

Otorrinolaringologia

• Estuda e trata as doenças da orelha, nariz, seios paranasais, faringe e laringe.

Patologia

• Estudo das doenças em geral sob determinados aspectos, envolvendo ciências básicas e práticas clínica.

Pediatria

• Tratamento de crianças.

Pneumologia

• Tratamento das doenças dos pulmões.

Psiquiatria

• Tratamento das doenças nervosas.

Radiologia e Diagnóstico por Imagem

• Realização e interpretação de exames de imagem como raio x e Ressonância Magnética.

Radioterapia

• Tratamento empregado em várias doenças, especialmente o câncer, com uso de um tipo de raio X ou outra forma de energia radiante.

Reumatologia

• Tratamento das doenças músculo-articulares e doenças reumáticas.

Urologia

• Estuda os problemas do sistema urinário e do sistema reprodutor masculino.

A

Acidente Vascular Cerebral

• Conhecido pela sigla AVC. Perda súbita da função neurológica (perda de movimentos ou perda dos órgãos dos sentidos), devido a um distúrbio vascular (vaso sanguíneo) a níveis cerebrais por falta de irrigação sanguinea e/ou por ruptura do vaso. Conhecido popularmente por Derrame.

AIDS

• Sigla em inglês da Síndrome de Deficiência Imunológica Adquirida (SIDA). Causada pelo vírus de imunodeficiência humana (HIV), cuja transmissão é feita através do contato com sangue (transfusão e uso de drogas injetáveis na veia) e relações sexuais sem proteção (camisinha).

Alergia

• Sensibilidade exagerada do indivíduo a determinadas substâncias ou a agentes físicos. ( atopia, anafilaxia )

Ansiedade

• Termo usado para a descrição da preocupação ou antecipação de eventos envolvendo perigo ou inoportuno.

Artrite

• Inflamação dos tecidos das articulações.

Asma brônquica

• Doença inflamatória crônica das vias aéreas, que resulta na redução ou até mesmo obstrução no fluxo de ar.

B

Bronquite

• Reação inflamatória dos brônquios que impede o ar de chegar aos pulmões.

Bursite

• Inflamação da bolsa serosa (bursa), geralmente próxima às articulações e às bainhas dos tendões.

C

Câncer

• Crescimento novo e anormal de um determinado tecido. Os cânceres malignos têm a propriedade de invadir e de manifestar-se em outros órgãos (metástase), enquanto que os tumores benignos não invadem outros tecidos e nem se manifestam à distância.

Catarata

• Uma perda da transparência do cristalino (lente natural do olho) de um ou ambos os olhos, que prejudica a visão e pode causar cegueira.

Caxumba

• Doença infecciosa causada por um paramixovírus, contraída pelo contato direto com saliva infectada, que compromete as glândulas salivares. Geralmente vista em crianças abaixo de 15 anos de idade, mas também pode ocorrer com os adultos. (Parotidite)

Cistite

• Inflamação da bexiga urinária.

Colesterol

• veja dislipidemia

Colite

• Inflamação do Cólon (intestino grosso).

Convulsão

• Contração violenta ou uma série de contrações rápidas e involuntárias dos músculos esqueléticos, podendo haver perda da consciência.

Coqueluche

• Infecção respiratória causada pela BORDETELLA PERTUSSIS e caracterizada por crises de tosse (tosse comprida)

D

Dengue

• Doença aguda caracterizada por febre, mal estar, dor de cabeça, às vezes com manchas na pele, dor muscular e nas juntas . Causada por vírus transmitido pelo mosquito infectado do gênero Aedes Aegypt. Dengue Hemorrágica: caracteriza-se por dor na barriga com manifestações de perda sanguínea (hemorrágica).

Depressão

• Estado caracterizado pela baixa do tono psicológico, com desalento, desinteresse, tristeza e estado penoso de consciência que se acompanha de cansaço fácil, insônia e às vezes falta de apetite.

Derrame

• veja Acidente Vascular Cerebral

Desidratação

• Perda de água e de sais minerais pelo organismo, ocorrendo, por exemplo, como consequência de uma diarréia.

Diabetes

• Causada por secreção insuficiente de insulina (hormônio produzido pelo pâncreas, órgão que serve para controlar os níveis de açúcar no sangue). Ela se manifesta por sede e perdas urinárias excessivas, emagrecimento e ingestão de grande quantidade de alimentos.

Diarréia

• Evacuação frequente de fezes líquidas e abundantes.

Difteria

• Infecção localizada nas mucosas (garganta) ou na pele, causada por CORYNEBACTERIUM DIPHTHERIAE, tendo como complicação a inflamação dos músculos do coração pelos nervos e outros sistemas. Previne-se através de vacina.

Dislipidemia

• Excesso de lípides (colesterol, suas frações e triglicérides) no sangue.

E

Edema

• Quantidade excessiva de líquido aquoso acumulado nos espaços entre as células, mais comum no tecido abaixo da pele. Ex. Inchaço nas pernas.

Enfisema

• Acúmulo excessivo do ar em tecidos ou órgãos. Enfisema Pulmonar: acúmulo de ar dentro dos pulmões com diminuição da capacidade respiratória.

Epicondilite

• Inflamação da inserção do tendão no epicondilo(radio), região externa do cotovelo.

Epilepsia

• veja convulsão

Erisipela

• Infecção geralmente por estreptococos que determina inflamação difusa da pele e do tecido abaixo da pele.

Esclerose múltipla

• É uma doença do sistema nervoso central, lentamente progressiva, caracterizada por placas disseminadas de desmielinização perda da capa dos nervos no cérebro e na medula espinhal com remissões e exacerbações.

F

Faringite

• Inflamação da faringe.

Faringite

• Inflamação da garganta

Flebite

• Inflamação de uma veia.

Foliculite

• Inflamação dos folículos pilosos (raiz dos pelos)

G

Glaucoma

• Aumento da pressão ocular, podendo levar a atrofia da retina e cegueira.

Gonorréia

• Doença infecto-contagiosa inflamatória da mucosa genital, transmissível pelo ato sexual, provocada pelo gonococo ( Neisseria Gonorrhoeae ).

Gota

• Inflamação aguda por depósito de cristais de Urato de Sódio (Ácido Úrico)

Gripe Infecção viral aguda que acomete o trato respiratório, caracterizada por inflamação da mucosa do nariz, da faringe e da conjuntiva ocular, acompanhadas por dor cabeça e dor muscular generalizada.

H

Hanseníase

• Infecção causada pelo MYCOBACTERIUM LEPRAE , caracteriza-se por manchas na pele, indolores, que podem acometer as mucosas e os nervos periféricos. Conhecida como Lepra, hoje tem tratamento e cura.

Hepatite

• Inflamação do fígado e doença hepática com alterações e/ou degeneração das células do fígado. (ver hepatite A, B e C)

Hepatite A

• Causada por vírus trasmitido através da contaminação dos alimentos e da água por fezes contaminadas.

Hepatite B

• Causada pelo vírus da hepatite B, pode ser transmitida por transfusão de sangue ou por material contaminado e por relação sexual.

Herpes simples Grupo de infecções agudas causadas por vírus de herpes simples Tipo 1 ou Tipo 2. Apresenta-se em forma de pequenas bolhas com líquidos na pele ou na mucosa, às vezes recidivantes. A infecção do vírus Tipo 2 prefere os genitais. Fatores facilitadores da infecção são: febre, exposição à temperatura baixa, a raios solares e estresse emocional.

Herpes Zoster Doença infecciosa aguda que compromete um determinado nervo de característica unilateral, caracteriza-se por bolhas agrupadas e dolorosas.

Hipertensão arterial

• Elevação, acima do normal, da pressão sanguínea dentro da rede arterial. Os níveis da pressão aceitáveis são abaixo de 139 milímetros/hg por 89 milímetros/hg.

Hipertrofia prostática

• Ampliação ou crescimento excessivo da glândula prostática que pode causar dificuldade para urinar.

Hordéolo

• Terçol, inflamação dos pelos da pálpebra.

I

Icterícia

• Manifestação clínica do derrame da bílis no sangue, caracterizada por uma coloração amarelada da pele e membranas das mucosas.

Infarto

• Área de necrose (morte celular) de um tecido, determinada pela interrupção do fluxo sanguíneo no vaso que a irriga. (Ex. Infarto do Coração, Cérebro e Rim)

Infecção

• Invasão e multiplicação nos tecidos do organismo. A infecção pode ser localizada ou generalizada (septcemia)

Inflamação

• Processo anormal caracterizado por lesão e destruição de tecidos, causada por reações químicas ou celulares, manifesta-se por sinais típicos de dor, calor, inchaço, vermelhidão e perda da função.

J

Joanete

• Saliência óssea da articulação do dedo grande do pé com o metatarso.

L

Labirintite

• Inflamação do labirinto.

Laringite

• Inflamação da laringe, caracteriza-se por secura e irritação da garganta, dificuldade para engolir, tosse e rouquidão.

Leucemia

• Doença maligna progressiva dos órgãos formadores de sangue. Caracteriza-se por um aumento do desenvolvimento dos leucócitos e de seus antecessores no sangue e medula óssea.

Linfedema

• Inchaço devido à obstrução dos vasos linfáticos.

Linfoma

• Termo genérico de várias doenças malignas (Câncer) do tecido linfóide.

Lombalgia

• Dor aguda ou crônica na região da coluna lombar.

M

Malária

• Doença causada por um protozoário. Transmitida pela picada do mosquito Anopheles, caracterizando-se por crises de febre alta, suor, calafrios e anemia.

Meningite

• Inflamação das meninges, podendo ser por infecção viral, bacteriana ou por fungos.

Menopausa

• Cessação permanente da mestruação.

Miíase

• Invasão dos tecidos vivos humanos por larvas e moscas, vulgo bicheira ou berne.

Mioma

• Tumor benigno do tecido muscular (Ex. Útero).

Miosite

• Inflamação do músculo, por processo infeccioso, por doenças imunológicas ou manifestações secundárias ao câncer.

N

Nefrite

• Inflamação do rim

Neoplasia

• Neoformação ( produção de tecido diferente do normal em determinado órgão); tumor malígno.

O

Obesidade

• Acúmulo excessivo de gordura no tecido subcutâneo e à volta de determinados órgãos internos.

Orquite

• Inflamação do testículo, caracteriza-se por dor, inchaço e sensação de peso. Pode ser de causa desconhecida ou estar associada à caxumba, gonorréia, sífilis ou tuberculose.

Osteoporose

• Redução da massa óssea levando a fraturas. A osteoporose primária pode ser de 2 tipos: osteoporose após a menopausa e a osteoporose do envelhecimento.

Otite

• Inflamação do ouvido, marcada por dor, febre, anormalidade da audição, perda auditiva, zumbido e vertigem.

Otorragia

• Hemorragia do ouvido.

P

Pânico

• Estado de ansiedade aguda extrema e de medo sem fundamento, acompanhado de desorganização da personalidade.

Papiloma vírus (HPV)

• Tumor epitelial, compreendendo verrugas, condilomas, pseudocornos cutâneos.

Pielonefrite

• Doença renal aguda caracterizada por lesão celular das papilas renais, com componente infeccioso ou vascular.

Pitiríase

• Doença de pele caracterizada pela formação de finas escamas semelhantes a farelo, de tom mais claro ou avermelhado.

Pneumonia

• Afecção pulmonar de natureza inflamatória, causada por rickétsias, vírus, bactérias, cogumelos ou de natureza alérgica.

Prostatite

• Inflamação da próstata.

Psoríase

• Dermatose crônica, com produção de manchas descamativas, disseminadas pelo corpo, com preferência por unhas, couro cabeludo, genitália, região do cotovelo e joelhos.

Q

Queimadura solar

• Traumatismo da pele, causando vermelhidão, sensibilidade cutânea e algumas vezes formação de bolhas resultantes da exposição excessiva ao sol. A reação é produzida pela radiação ultravioleta na luz solar.

Quimioterapia

• Procedimento terapêutico para os tumores, através do uso de medicamentos.

R

Raiva

• Doença infecciosa e aguda do sistema nervoso central, causada por um RABIDOVÍRUS.Geralmente disseminada pela saliva carregada de vírus de um animal infectado. Os animais que podem apresentar a raiva são: – o cão, gato, morcego vampiro, gambá, lobo, guaxinim e raposa. Existe soroterapia e vacina para prevenção de mordidas, pois a raiva em sua evolução natural leva à morte.

Resfriado

• Inflamação das mucosas do aparelho respiratório, causando corisa, febre, indisposição geral. Causada por vírus (mista, bactérias ou alérgica).

Retocolite ulcerativa

• Doença inflamatória de origem desconhecida que envolve a mucosa do colo (intestino grosso). Apresenta como principais sintomas, diarréia e sangramento.

Reumatismo

• Nome genérico dado a um grupo de doenças que se manifestam por inflamação ou degeneração do tecido conjuntivo, das articulações, dos músculos e de outros órgãos.

Rinite

• Inflamação da membrana da mucosa do nariz.

Rubéola

• Doença infecciosa aguda causada por um Togavírus. Caracteriza-se por dor de garganta e febre, seguidas por aumento dos gânglios (ínguas) atrás das orelhas e pescoço e o aparecimento de uma delicada erupção na pele que começa na cabeça e espalha-se pelo corpo.

S

Sarampo

• Doença infecciosa, altamente contagiosa, causada por paramixovírus. Transmitida pela saliva, caracteriza-se por corrimento nasal, íngua cervical, mal-estar, tosse, febre e erupção cutânea.

Sarna

• Infestação por um ácaro, caracterizada por lesões na pele, coceira mais intensa à noite, acometendo as regiões das axilas, virilhas e do dorso. É contagiosa.

Septicemia

• Presença de germes ou substâncias tóxicas no sangue circulante.

Sífilis

• Doença infecciosa e contagiosa transmitida essencialmente por contato sexual. Transmissível à descendência.

Sinusite

• Processo inflamatório da membrana mucosa dos seios paranasais.

T

Taquicardia

• Aumento do número de batimentos cardíacos por minuto. Acima de 100 batimentos por minuto.

Tendinite

• Inflamação de tendão ou na inserção entre tendão e músculo.

Tétano

• Doença infecciosa causada pelo Clostridium Tetani. Ocorre frequentemente após um ferimento agudo, tal como uma perfuração ou laceração, que pode progredir para forma generalizada com contrações musculares. Pode levar à morte. Tem tratamento e vacina para prevenção.

Tontura

• Termo impreciso que pode se referir a uma sensação de desorientação espacial, movimento do ambiente ou sensação de cabeça leve.

Tosse

• Expulsão súbita e ruidosa de ar pela boca, visando, habitualmente, a eliminação de matéria estranha nas vias aéreas.

Toxicomania

• Transtornos relacionados com abuso de substâncias. (álcool, medicamentos, cocaína, etc.)

Triglicérides

• Triglicérides veja dislipidemia

Trombose

• Formação, desenvolvimento ou presença de um coágulo sanguíneo no interior de um vaso.

Tuberculose

• Infecção provocada pelo Mycobacterium tuberculosis ou bacilo tuberculoso ou bacilo de Koch. Tende à cronicidade e pode apresentar as mais variadas manifestações e localizações (pulmões, sistema nervoso, intestino, rins, ossos, etc).

Tumor

• Crescimento anormal de um tecido

V

Verminose

• Infestação por vermes.

Viremia

• Presença de vírus no sangue.

Virose

• Doença provocada por vírus.

Vitiligem

• Afecção cutânea que se caracteriza por zonas de despigmentação, cingidas, frequentemente, por zonas mais pigmentadas; vitiligo.

Z

Zoster

• ver herpes zoster

Zumbido

• Os sons que são percebidos na ausência de qualquer fonte de zumbido externo, que pode ter a forma de zumbido, tocar de sino, clique, pulsações e outros ruídos.

CARÊNCIA DE PLANO DE SAÚDE

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TIRE SUAS DÚVIDAS SOBRE CARÊNCIA DE PLANO DE SAÚDE

A possibilidade de mudar de plano de saúde levando junto os períodos de carência já cumpridos é uma realidade desde abril de 2009 para os beneficiários de planos contratados a partir de 2/01/1999, após a regulamentação do setor. Em abril deste ano, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) ampliou as regras de portabilidade, incluindo novas possibilidades de transferências, como a permanência mínima no plano, reduzida de 2 para 1 ano a partir da segunda portabilidade. Isso não quer dizer que não exista mais carência. As pessoas que contratam planos de saúde pela primeira vez têm de saber que há prazos a serem cumpridos.

Para esclarecer questões como essas, a ANS preparou um folheto com as 12 principais dúvidas dos usuários.

Para os novos clientes, os períodos máximos de carência são 24 horas para urgência e emergência, 300 dias para parto (dentro do prazo normal de gestação) e 180 dias para os demais casos, como exames, consultas e internações.

O cliente deve ficar atento ao fato de que enquanto estiver no período de carência para internações e acontecer um atendimento de emergência, a operadora vai transferir o paciente para um hospital do SUS, depois de realizado o atendimento de urgência, caso o paciente necessite ficar internado. Pessoas que têm doenças preexistentes também deverão ter cuidado na hora de contratar o plano pela primeira vez. A Lei 9656/98, que regulamenta o setor, prevê um prazo de 24 meses para o cliente passar a poder a ser tratado para os procedimentos relacionados à doença declarada como preexistente. Para todos os outros casos, no entanto, as carências são iguais.

Esse tipo de informação é amplamente divulgado pela ANS em seu site, mas o cliente que tiver dúvidas pode entrar em contrato com a agência pelo Disque-ANS (0800-701-9656) ou pelo site da instituição (www.ans.gov.br).

O setor de saúde suplementar é composto por operadoras de planos privados de assistência por meio de uma rede de prestadoras de serviços (hospitais, clínicas, laboratórios e consultórios) e pelos beneficiários dos planos. É um mercado que envolve 1.630 operadoras em todo o Brasil, que atendem mais de 46,6 milhões de clientes. Só no ano passado, o setor movimentou R$ 74 bilhões.

Este setor é regulado pela ANS e tem duas leis que formam o seu marco regulatório. A primeira é a Lei 9.656/1998, que dispõe sobre a regulamentação dos planos e seguros privados de assistência à saúde, estabelecendo as coberturas obrigatórias das doenças listadas na Classificação Estatística Internacional de Doenças da Organização Mundial de Saúde. A outra lei é a 9.961/2000, que criou a ANS, cuja finalidade é regular as operadoras.